Decidir sobre pessoas com dados mais fiáveis

Artigo de Opinião de Maria Leal Costa

Decidir sobre pessoas com dados mais fiáveis

Tomar decisões sobre pessoas com base apenas em perceções ou intuição representa um risco significativo para as organizações. Apesar da experiência e conhecimento dos líderes continuarem a ser importantes, decisões relacionadas com recrutamento, promoção, desenvolvimento ou retenção de talento tornam-se mais eficazes quando suportadas por dados fiáveis e informação objetiva.

 

Podem surgir inconsistências, enviesamentos e falta de transparência. É comum que os conhecidos “viéses” impactem as decisões ao longo do ciclo de vida dos colaboradores. Estas situações podem comprometer a motivação das equipas e levar a decisões pouco alinhadas com os objetivos e necessidades do negócio. Para além da falta de alinhamento, podem levar a tomadas de decisões mais demoradas, ou mesmo à falta de deciões.

A utilização de informação factual, permite aumentar a objetividade e consistência, tanto em processos de Recrutamento e Seleção como da Gestão do Talento interno.

Neste contexto, ferramentas de assessment assumem um papel fundamental. Os assessments Thomas, amplamente utilizados em processos de recrutamento e desenvolvimento, permitem compreender de forma mais aprofundada os comportamentos, motivações, competências e potencial das pessoas. Estes Assessments fornecem informação objetiva que apoia decisões relacionadas com a seleção de candidatos, formações de liderança e comunicação, trabalho em equipa e desenvolvimento de carreira.

 

Por exemplo, através do Thomas PPA (Personal Profile Analysis), é possível identificar estilos comportamentais e perceber como cada colaborador tende a comunicar, responder à pressão ou adaptar-se a diferentes contextos.

 

Já outras ferramentas da Thomas, com o Thomas GIA (General Inteligence Assessment) permite avaliar as aptidões cognitivas, rapidez de aprendizagem em diferentes inteligências, como o raciocínio, orientação espacial, e velocidade numérica, e facilidade de alguém se adaptar a ambientes profissionais menos  estáveis e rotineiros.

 

O Thomas HPTI (High Potential Trait Indicator) apoia no desenvolvimento dos colaboradores através de uma análise sobre os traços de personalidade do avaliado e o impacto que esses traços podem ter para uma função de liderança e gestão de equipa.

 

Por fim, o Thomas TEIQue (Trait Emotional Intelligence Questionnaire), questionário de inteligência emocional é uma ferramenta de desenvolvimento individual, que permite ao mesmo refletir sobre si mesmo e o impacto que tem na interação com outros, no local de trabalho.

 

Estas ferramentas permitem que, com base em questionários simples, relatórios automáticos e informação viável, as empresas consigam tomar decisões fiáveis e objetivas ao longo do ciclo de vida dos colaboradores, no recrutamento e desenvolvimento.

 

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