RECURSOS HUMANOS
40 horas de formação: como simplificar o cumprimento em 2026
Saiba o que a legislação prevê, como acompanhar as horas realizadas e como simplificar a gestão da formação antes do final do ano.
◷ 6 min de leitura
Estamos a entrar na reta final do ano. Para muitas equipas de Recursos Humanos, esta é uma altura de balanços, planeamento e preparação para o próximo ano.
Em Portugal, as 40 horas de formação não devem ser encaradas apenas como uma obrigação legal, mas também como parte de uma boa prática de gestão e desenvolvimento de pessoas.
É também um bom momento para fazer uma pergunta simples: a sua empresa sabe quantas horas de formação já realizou cada colaborador?

40 horas
Formação contínua por trabalhador, para desenvolver competências ao longo de cada ano

10 %
Pelo menos 10% dos trabalhadores devem ter formação contínua assegurada em cada ano
Código do Trabalho, artigo 131.º
Mas cumprir as 40 horas de formação não significa apenas disponibilizar formação. É preciso planear, acompanhar, registar e conseguir comprovar o que foi realizado.
Com os últimos meses do ano pela frente, este é um bom momento para perceber onde está a sua empresa.
5 perguntas que os RH devem fazer:

Quantas horas de formação já realizou cada colaborador?

Quem ainda tem horas de formação por cumprir?

As formações e presenças estão devidamente registadas?

Os certificados e restantes documentos estão organizados?

A empresa consegue consultar e exportar facilmente esta informação?
Estas perguntas parecem simples, mas podem tornar-se um desafio quando a informação está distribuída por folhas de Excel, emails, pastas partilhadas ou diferentes sistemas.
E quanto maior for a organização, maior é a dificuldade em garantir que nada fica para trás.
Formação não é apenas cumprir uma obrigação
As 40 horas de formação anuais devem ser vistas para além da conformidade.
Uma estratégia de formação bem estruturada permite às organizações desenvolver competências, preparar as suas equipas para novos desafios e responder às necessidades que surgem ao longo do percurso profissional de cada colaborador.
A formação pode estar ligada aos resultados das avaliações de desempenho, às competências necessárias para determinada função ou às necessidades identificadas pelas próprias equipas, tornando-se parte de uma estratégia contínua de desenvolvimento de talento.
A formação contínua contribui para o desenvolvimento e adequação da qualificação dos trabalhadores, bem como para a melhoria da produtividade e competitividade da empresa.
Código do Trabalho, artigo 131.º
O desafio está também em acompanhar e comprovar
Uma boa estratégia de formação precisa de informação organizada. Acompanhar as 40 horas de formação implica saber não apenas quanto foi realizado, mas também manter os respetivos registos devidamente organizados.
É importante saber quem participou numa determinada formação, qual foi a sua duração, que colaboradores estiveram presentes, que certificados foram emitidos e que necessidades continuam por responder.
Esta informação é também relevante para a preparação do Anexo C do Relatório Único, tornando a organização e o acesso aos registos uma parte importante da gestão da formação.
Quando estes dados estão dispersos, o trabalho dos RH aumenta e torna-se mais difícil ter uma visão clara sobre o estado da formação na organização.
É aqui que a tecnologia pode fazer a diferença.
Como a Factorial pode simplificar a gestão da formação
Através da parceria entre a Thomas Portugal e a Factorial, as empresas podem centralizar a gestão das suas formações numa única plataforma.
O módulo de Formações da Factorial permite criar cursos e sessões, atribuir colaboradores, registar presenças e certificados e acompanhar a informação das formações.
A plataforma permite ainda:
- Criar cursos e sessões de formação
- Atribuir formações aos colaboradores
- Registar presenças e certificados
- Consultar relatórios em tempo real
- Importar em massa formações realizadas anteriormente
- Gerir pedidos de formação
- Receber lembretes relacionados com formações
- Exportar os dados necessários para apoiar o preenchimento do Anexo C do Relatório Único
- Integrar formações no processo de onboarding
- Relacionar necessidades de formação com avaliações de desempenho
Desta forma, os RH deixam de depender de diferentes ficheiros e registos para perceber o estado da formação na organização.
Da obrigação ao desenvolvimento
Cumprir as 40 horas de formação é importante. Mas o verdadeiro valor da formação está no que acontece depois.
Que competências foram desenvolvidas?
Que necessidades continuam por responder?
Que formação deve ser atribuída a um novo colaborador?
Que competências identificadas numa avaliação de desempenho podem ser trabalhadas através de formação?
Quando estes processos estão ligados, a formação deixa de ser apenas uma obrigação legal e passa a fazer parte do ciclo de desenvolvimento das pessoas.
A Factorial permite, por exemplo, integrar a formação com processos como o onboarding e a avaliação de desempenho, ajudando as empresas a tornar o desenvolvimento mais contínuo e estruturado.
Antes de fechar o ano, faça este ponto de situação
Se ainda não fez o balanço da formação de 2026, este é um bom momento para começar.
- Quantas horas de formação já realizou cada colaborador
- Quais as formações obrigatórias que ainda estão pendentes
- Se os certificados e restantes documentos estão organizados
- Se todos os registos de presença estão atualizados
- Que necessidades de formação continuam por responder
- Se a informação necessária para o Relatório Único está preparada
Mais do que evitar trabalho de última hora, este acompanhamento permite transformar a formação numa ferramenta de desenvolvimento contínuo.
Porque cumprir as 40 horas de formação é importante
Mas saber como essas horas estão a contribuir para o desenvolvimento das suas pessoas é ainda mais importante
A Thomas Portugal, em parceria com a Factorial, ajuda as organizações a simplificar e centralizar os processos de Recursos Humanos, combinando tecnologia, acompanhamento e conhecimento especializado.
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